"Nunca o mar foi tão ávido quanto a minha boca.
Era eu quem o bebia. Quando o mar no horizonte desaparecia e a areia fervida não tinha fim sob as passadas, e o caos se harmonizava enfim com a ordem.
Eu havia convulsamente e tão serena bebido o mar."
Fiama Hasse Pais Brandão
Sem comentários:
Enviar um comentário