
Neste dia chuvoso penso como fomos. Recordo-me vagamente do nosso aspecto de quando ficávamos juntos... mas porque vagamente me recordo? E não por inteiro? Será que foi porque nunca te amei em total revelação? Penso que seja esse o facto derradeiro.
Mas neste dia chuvoso que passa tão devagar, que até parece que as gotas de água caiem mais depressa do que o tempo que passa, medito sobre ti. Esta meditação engole o meu tempo todo e eu sorrio apenas. Vou construindo figuras de ti e preenchendo a minha mente com elas, e guardo-as lá como se fosse um albúm de fotografias psicológico.
Por vezes, mando-te embora, emitindo um grito desesperado:"Vaii, vai-teee emboraa!", e depois penso:"Não, fica...". A tua ausência magoa-me mesmo tu não estando real e volto a meditar e penso:"Fica... para SEMPRE!"
Esta palavra "sempre" deixa-me petrificada e leva-me ao universo, ao imenso, à eternidade, ao infinito e, pára no preciso momento do acto em que abraçamo-nos e entre beijos, falamos de poesia. Voltando tudo ao inicio.
Neste dia chuvoso penso como fomos...
Mas neste dia chuvoso que passa tão devagar, que até parece que as gotas de água caiem mais depressa do que o tempo que passa, medito sobre ti. Esta meditação engole o meu tempo todo e eu sorrio apenas. Vou construindo figuras de ti e preenchendo a minha mente com elas, e guardo-as lá como se fosse um albúm de fotografias psicológico.
Por vezes, mando-te embora, emitindo um grito desesperado:"Vaii, vai-teee emboraa!", e depois penso:"Não, fica...". A tua ausência magoa-me mesmo tu não estando real e volto a meditar e penso:"Fica... para SEMPRE!"
Esta palavra "sempre" deixa-me petrificada e leva-me ao universo, ao imenso, à eternidade, ao infinito e, pára no preciso momento do acto em que abraçamo-nos e entre beijos, falamos de poesia. Voltando tudo ao inicio.
Neste dia chuvoso penso como fomos...
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