Liliane... é real o amor que sinto por ti. Aliás, penso que nem se chama amor, pois o amor é limitativo. O desejo de te tocar é intenso demais... de estar contigo. Eu quero-te tanto, quero-te mesmo muito... nem sei como vou aguentar... mas talvez mereça. Ès muito autêntica e verdadeira. Não tens maldade. Conserva-te assim desse modo, conserva a esperança... a mim já não me resta nenhuma. Será que ainda posso sonhar?
(Vinte e quatro do mês de Dezembro de 2011)
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